Direito Tributário

Em nosso ordenamento jurídico é conhecida a diversidade de tributos e impostos. Ao longo dos anos a legislação mudou e em determinado momento a pessoa jurídica ou pessoa física pode estar pagando um imposto ou tributo indevido. Neste sentido, auxiliamos aos advogados e magistrados a corrigir esta situação e retornar os valores pagos indevidamente.

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Perguntas frequentes

O cálculo de repetição de indébito é utilizado para solicitar a devolução de valores pagos indevidamente ao fisco. É solicitado quando o contribuinte, seja pessoa física ou jurídica, comprova que pagou um imposto ou tributo de forma indevida ou a maior. O cálculo inclui a quantia a ser devolvida com a devida correção monetária e, em alguns casos, juros.

O cálculo de atualização de débito fazendário inclui a aplicação de correção monetária e juros de mora sobre o valor do débito com a Fazenda Pública (estadual ou federal). Esse cálculo considera o tempo decorrido desde o vencimento da dívida e utiliza índices oficiais de correção, como a Taxa Selic, para assegurar que o débito reflita o valor atualizado devido pelo contribuinte.

A atualização de precatório envolve a aplicação de correção monetária e juros sobre o valor devido pelo ente público ao credor, desde a data de emissão até o efetivo pagamento. O cálculo deve seguir as regras de atualização definidas por lei, que podem incluir índices como IPCA-E e, em alguns casos, juros de mora, dependendo do tipo de precatório (alimentar ou comum).

O cálculo de atualização de RPV, semelhante ao de precatórios, consiste em corrigir o valor que o ente público deve ao credor, considerando a data da sentença e o efetivo pagamento. Como o RPV envolve valores menores que os precatórios, sua tramitação é mais rápida, mas o cálculo segue a mesma lógica, aplicando índices de correção monetária e, quando aplicável, juros de mora.

A repetição de indébito pode ser solicitada quando o contribuinte pagou tributos indevidos, como impostos em duplicidade, taxas indevidamente cobradas ou valores maiores do que o devido. Isso pode ocorrer tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, sendo necessário comprovar o erro nos pagamentos ao fisco e calcular o valor exato a ser restituído, incluindo a devida correção.

A principal diferença entre a atualização de precatórios e RPV está no valor e no prazo de pagamento. Os precatórios são dívidas de valor mais elevado e podem demorar mais para serem pagos, resultando em maiores correções e acréscimos de juros. Já os RPVs são dívidas de menor valor, com prazos mais curtos de pagamento, e suas atualizações envolvem cálculos semelhantes, mas em montantes inferiores.

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